“E é assim que a gente vai vivendo, sabe? Errando pra aprender. Se decepcionando pra se proteger. Se machucando pra crescer. Chorando pra sorrir. A gente cai uma vez, pra aprender a se levantar em outra. No fim, tudo que for bom, verdadeiro, tudo o que realmente nos fizer bem, permanece!
“Minha consciência é tranquila e meu coração é limpo. Por isso, prefiro ficar afastada de gente que passa a perna nos próprios sentimentos. Que trai, que distorce, que fofoca. Não te desejo coisas ruins, mas o mundo vai girar e vai te mostrar coisas que você não enxerga hoje. Tenho pena de quem vive um relacionamento mentindo, traindo e, principalmente, fingindo. Bom mesmo é ter sucesso e fazer contatos com as próprias pernas, sem precisar de estepe ou escada. Tem gente que tem lixo por dentro. Tem muito coração cheinho de rato e barata por aí. Desses, quero ficar longe.
“As relações são muito frágeis. As amizades, mesmo longas e firmes, são muito frágeis. O amor, por mais forte que seja, é muito frágil. Porque todo mundo se magoa, se fere, se atinge. Mesmo sem querer. Mas o que importa é o que a gente faz com isso, como a gente lida com a situação. O que importa é a gente querer fortalecer as coisas. Com clareza, maturidade e entendendo que não existe lado A ou B: todo mundo está do mesmo lado.
“Você não se mexe Maria! É gelada e dura como pedra que nunca foi lapidada.
Maria era moça de dentes amarelos e desalinhados. Maria ria, gargalhava. Era bonito de se ver.
Gostava era das miudezas da vida. Mas por amor, Maria entristeceu.
Maria cantava na beira do rio, agora Maria chora. Maria bordava colcha, agora maria se corta.
Maria comia, agora Maria vomita. Que dor sem fim é essa Maria bonita!
É que Maria tinha amado. Havia encontrado seu abismo. E sentiu. Muito.
Era simplicidade e se apegava as coisas pequenas. Mas esqueceu que amor era coisa de gente grande. Maria amou, amou, amou. E amou sozinha. Maria não aguentou. Maria morreu.
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Eu sou Maria, Lorrayne Brande. (via
cantura)
“Sou tímida. Um montão de gente ri quando falo isso, mas sou tí-mi-da. Só quem me conhece a fundo sabe. É que sou o tipo de gente que todo mundo pensa que conhece. Mas se enganam feio. Pouquíssima gente me desvenda. Mostro só o que quero. Não por maldade, mas por proteção. A gente tem que aprender a se proteger. Das escolhas dos outros. E até mesmo das nossas próprias escolhas.
“Depois de um tempo, parei de insistir no erro. Não que eu não a ame mais, mas é que a gente nunca vai dar certo. Dói te querer e não poder te ter, é como se eu tivesse esquecido a letra da minha musica predileta, porém nunca parei de ouvi-lá.